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Aspectos Tribológicos da Usinagem dos Materiais


Sandro Cardoso Santos / Wisley Falco Sales



246 páginas - 1ª edição - 2007


ISBN: 8588098381


Formato: 16 x 23


Referência: art-38-1


R$79,00       


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Se você trabalha com usinagem este é um interessante livro para ler. Como diferencial, aborda a usinagem como uma área da tribologia.
Está fortemente embasado conceitualmente, trazendo inúmeros estudos de casos, desenvolvidos em centros de pesquisa de universidades do país e do exterior, além de inúmeros produzidos em parceria com empresas brasileiras, como Fiat Automóveis, Fiat Powertrain Technology, Tekfor do Brasil, entre outras. Dessa forma, utiliza-se de diversos exemplos reais de engenharia para elucidar os aspectos conceituais amplamente discutidos.
Esta obra tem enorme quantidade de informações úteis ao pessoal diretamente atuante na produção, como processistas, engenheiros, técnicos e estudantes. Além disso, é rico em referências bibliográficas, sugerindo ao leitor inúmero outras fontes a serem consultadas para melhor consolidação do seu conhecimento.

1 – Introdução

2 – Grandezas físicas e parâmetros de corte
2.1 – Movimentos
2.2 – Direções dos movimentos
2.3 – Percursos da ferramenta na peça
2.4 – Velocidades
2.5 – Conceitos auxiliares
2.6 – Grandezas de corte

3 – Geometria da cunha cortante
3.1 – Definições
3.2 – Sistemas de referência utilizados para a definição dos ângulos da cunha cortante
3.2.1 – Planos do sistema de referência da ferramenta
3.2.2 – Planos do sistema de referência efetivo
3.3 – Principais ângulos da cunha cortante
3.3.1 – Ângulos medidos no plano de referência Pr
3.3.2 – Ângulo medido no plano de corte Ps
3.3.3 – Ângulos medidos no plano ortogonal Po
3.3.4 – Funções e influência dos principais ângulos da cunha cortante
3.3.5 – Considerações finais

4 – Formação do cavaco e interface cavaco-ferramenta
4.1 – O corte ortogonal
4.2 – A formação do cavaco
4.3 – Interface cavaco-ferramenta
4.3.1 – Zona de aderência
4.3.2 – Zona de escorregamento
4.3.3 – Aresta postiça de corte
4.4 – Ângulo de cisalhamento e grau de recalque
4.5 – Classificação dos cavacos
4.5.1 – Classificação dos cavacos quanto ao tipo
4.5.2 – Classificação dos cavacos quanto à forma
4.6 – Controle de cavacos

5 – Força e potência de corte
5.1 – Forças de usinagem
5.1.1 – Fatores que influenciam a força de usinagem
5.1.2 – Métodos de medição da força de usinagem
5.1.3 – Forças de usinagem no corte ortogonal
5.2 – Potência de usinagem

6 – Temperatura de usinagem
6.1 – Calor gerado na zona de cisalhamento primária
6.2 – Calor gerado na zona de cisalhamento secundária
6.3 – Calor gerado na zona de interface entre a peça e a superfície de folga da ferramenta
6.4 – Medição da temperatura de usinagem

7 – Materiais para ferramentas de corte
7.1 – Aços-carbono e aços liga
7.2 – Aços-rápido
7.3 – Ligas fundidas
7.4 – Ferramentas de metal duro
7.5 – Ferramentas de cermet
7.6 – Ferramentas de cerâmica
7.7 – Materiais de ferramentas ultraduros

8 – Revestimentos para ferramentas de corte
8.1 – Breve histórico
8.2 – Composições químicas dos revestimentos
8.3 – Propriedades dos revestimentos
8.4 – Ensaios de laboratório para caracterização de revestimentos
8.5 – Perspectivas para o futuro
8.6 – Avaliação do desempenho de ferramentas revestidas

9 – Avarias, desgaste e vida das ferramentas
9.1 – Avarias nas ferramentas de corte
9.2 – Desgaste nas ferramentas de corte
9.3 – Mecanismos de desgaste
9.3.1 – Deformação plástica superficial por cisalhamento a altas temperaturas
9.3.2 – Deformação plástica da aresta de corte sob altas tensões de compressão
9.3.3 – Desgaste difusivo
9.3.4 – Desgaste por aderência e arrastamento (attrition)
9.3.5 – Desgaste abrasivo
9.3.6 – Desgaste de entalhe
9.4 – Vida das ferramentas
9.5 – Estudo das formas de desgaste
9.5.1 – Desgaste de cratera
9.5.2 – Desgaste de entalhe
9.5.3 – Desgaste de flanco
9.6 – Critérios para a medição de desgaste de uma ferramenta
9.6.1 – Quantificação da vida da ferramenta

10 – Fluidos de corte: fundamentos, aplicações e tendências
10.1 – Introdução
10.2 – Funções dos fluidos e aditivos utilizados
10.2.1 – Como agem os fluidos de corte
10.2.2 – Lubrificantes sólidos
10.3 – Benefícios proporcionados pelos fluidos de corte
10.4 – Classificação dos fluidos de corte
10.4.1 – Óleos integrais
10.4.2 – Emulsões
10.4.3 – Fluidos emulsionáveis convencionais
10.4.4 – Fluidos semi-sintéticos (microemulsões)
10.4.5 – Soluções
10.4.6 – Fluidos sintéticos
10.5 – Métodos de aplicação de fluidos de corte
10.5.1 – Jato de fluido a baixa pressão ou por gravidade
10.5.2 – Mínima quantidade de fluido (MQF)
10.5.3 – Sistema a alta pressão
10.6 – Problemas causados ao meio ambiente e à saúde
10.7 – Fluidos de corte e suas relações com o meio ambiente
10.7.1 – Fluidos biodegradáveis e bioestáveis
10.7.2 – Técnicas para a análise da contaminação industrial
10.7.3 – Partículas de fluido de corte suspensas no ar
10.7.4 – Processos de descarte dos fluidos de corte
10.8 – Seleção do fluido de corte
10.8.1 – Material da peça
10.8.2 – Material da ferramenta
10.8.3 – Outros fatores
10.9 – Alguns trabalhos visando avaliar o desempenho dos fluidos
10.9.1 – Testes que não envolvem usinagem
10.9.2 – Testes que envolvem usinagem

11 – Integridade superficial em usinagem
11.1 – Introdução
11.2 – Textura superficial
11.3 – Medição da textura superficial
11.4 – Quantificação da textura superficial
11.4.1 – Parâmetros de rugosidade
11.4.2 – Parâmetros da curva de Abbott-Firestone
11.4.3 – Efeitos de alguns parâmetros de usinagem no acabamento superficial
11.5 – Integridade superficial
11.5.1 – Modificações nas superfícies
11.5.2 – Fluxo lateral de material (side flow)
11.5.3 – Abertura de cavidades (open grain)

12 – Usinabilidade dos metais
12.1 – Introdução
12.2 – Ensaios de usinabilidade
12.2.1 – Ensaio com aplicação de pressão constante
12.2.2 – Faceamento rápido
12.2.3 – Torneamento cônico
12.2.4 – Ensaio de vida: determinação da equação de Taylor
12.3 – Usinabilidade dos materiais
12.3.1 – Usinabilidade do alumínio e suas ligas
12.3.2 – Usinabilidade dos ferros fundidos
12.3.3 – Usinabilidade dos aços"


Sandro Cardoso Santos - Possui graduação (1993), mestrado (1999) e doutorado (2002) em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Atualmente, é professor adjunto do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet MG) e bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (PQ2). Desenvolve projetos nas áreas de usinagem, tribologia e projeto de máquinas.
>> Site: http://

Wisley Falco Sales - Possui graduação (1987), mestrado (1995) e doutorado (1999) em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e pós-doutorado na London South Bank University (Londres, Inglaterra, 2004-2005). Atualmente, é professor adjunto III da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC MG), bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (PQ 2), consultor ad-hoc do CNPq, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), consultor independente e avaliador do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Tem experiência no ensino, pesquisa e consultoria na área de engenharia mecânica, com principais projetos em tribologia, processos de fabricação, engenharia de superfícies e biomateriais.
>> Site: http://


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